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Medicamentos para Mal de Parkinson serão distribuídos pelo SUS

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Cidade(s): Uberlândia

Medicamentos para Mal de Parkinson serão distribuídos pelo SUS

A partir de setembro, o Sistema Único de Saúde (SUS) distribuirá, gratuitamente, todos os medicamentos existentes no mercado brasileiro para o tratamento do Mal de Parkinson. Com isso, o Ministério da Saúde espera ampliar em até cinco vezes o número de pacientes atendidos, passando de 2.000 para 10.000 os beneficiados anualmente.
    O tratamento será feito nos Centros de Referência em Assistência à Saúde do Idoso, recentemente criados. O Mal de Parkinson atinge, principalmente, pessoas com mais de 60 anos. Os doentes sofrem de problemas neurológicos que levam a tremores nas extremidades do corpo. No Brasil, estima-se que existam 200 mil pessoas com esse mal.
    Portaria assinada no último dia 23 de julho pelo ministro da Saúde, Barjas Negri, ampliou de 49 para 90 o número de medicamentos excepcionais distribuídos pelo SUS, entre eles os que servem para o Mal de Parkinson.
    Os medicamentos excepcionais são, geralmente, de uso contínuo e de alto custo. São usados no tratamento de doenças crônicas e raras. Com a portaria, o SUS passa a distribuir medicamentos para o tratamento de aproximadamente 70 doenças consideradas excepcionais.
    Ao ampliar essa lista o governo garante o tratamento de pessoas, principalmente de baixa renda, que não têm condições de comprar os medicamentos nas farmácias. Estão sendo incluídos no programa medicamentos para dor crônica (morfina, codeína e metadona), que serão usados, principalmente, em pacientes com câncer. Além disso, casos como os de osteoporose, hepatite C crônica, asma grave, hepatite B em transplantados, Doença de Wilson (acúmulo de cobre no corpo) também poderão ser tratados pelo SUS.
    Custos - Todos os remédios são comprados pelas secretarias estaduais de saúde com recursos repassados pelo Ministério da Saúde. Para este ano, o gasto previsto é de R$ 483 milhões. O governo vai ampliar a oferta de remédios sem precisar gastar mais.
    A economia será possível porque, no mês passado, o Conselho de Política Fazendária (Confaz) concedeu isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) para todos os medicamentos excepcionais integrantes do programa. Acrescida à isenção de PIS/Cofins, concedida pelo Governo Federal, a economia será de R$ 120 milhões.

fonte:Agência Brasil

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